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Alunos brilhantes em Matemática

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A Biblioteca congratula-se com os excelentes resultados alcançados pelo Agrupamento de Escolas Leal da Câmara no Concurso Canguru Matemático Sem Fronteiras. O aluno Duarte Serrano do 12º C5,  ficou em 1.º lugar nacional, na categoria estudante e o aluno Xingyu Zhu do 11.º C7,  ficou em 2.º lugar nacional, na categoria júnior. Agradecemos a excelente prestação destes dois alunos que tanto enalteceram o nome do nosso AELC e desejamos-lhe as maiores felicidades. Image by Gerd Altmann from Pixabay

Por que não se pode dividir por zero?

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No mundo da matemática, muitos resultados estranhos são possíveis quando mudamos as regras. Mas há uma regra que a maioria de nós foi avisada para não quebrar: não dividir por zero. Como pode a simples combinação de um número que usamos todos os dias e uma operação básica causar tantos problemas? Vê as respostas neste vídeo:

Exposição «Matemática e Natureza»

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Está a decorrer na Biblioteca a Exposição «Matemática e Natureza», uma atividade organizada pelo departamento de Matemática. Trata-se de um conjunto de painéis onde são abordadas as temáticas da Matemática e o Reino Animal, Matemática e o Reino Vegetal, Matemática e os Mapas e Matemática e Curiosidades. Cada painel apresenta um breve enquadramento da Matemática nos diferentes temas da Natureza que são abordados e inclui materiais manipuláveis que incentivam os alunos e o público em geral a envolver-se em experiências matemáticas relacionadas com as várias temáticas. As turmas que visitam a exposição são desafiadas a realizar a atividade associada a cada painel, numa tarefa prática ilustrada nas seguintes fotografias:

Exposição «Matemática e Natureza»

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Está patente na Biblioteca, até ao final da próxima semana, a Exposição «Matemática e Natureza»  Trata-se de um conjunto de painéis onde são abordados as temáticas Matemática e o Reino Animal, Matemática e o Reino Vegetal, Matemática e os Mapas e Matemática e Curiosidades. Cada painel apresenta um breve enquadramento da Matemática nos diferentes temas da Natureza que são abordados e inclui materiais manipuláveis que incentivam o público a envolver-se em experiências matemáticas relacionadas com as várias temáticas.

na BE

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Matthew Brown, O Homem que Viu o Infinito , UK, 2016, [1h 49m] Srinivasa Ramanujam (Dev Patel) é um génio autodidata de 25 anos de idade que não conseguiu entrar na universidade devido ao seu estudo quase obsessivo e solitário da matemática. Determinado a prosseguir a sua paixão, Ramanujan escreve uma carta e uma eminente professor  do Trinity College em Cambridge. O Professor Hardy (Jereny Irons), reconhece a originalidade e o génio do talento puro de Ramanujan e, apesar do ceticismo dos seus colegas, empenha-se em trazê-lo para Cambridge para que as suas teorias possam ser exploradas. Ramanujan deixa a família e a sua jovem noiva, e cruza o mundo até Inglaterra para, sob a orientação de Hardy, trabalhar as suas teorias. Juntos, vão lutar para que o seu  trabalho seja finalmente visto e reconhecido por um meio matemático que não está preparado para os seus métodos não convencionais. O Homem que Viu o Infinito é a improvável história verídica de um génio...

20 anos da RBE

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No passado dia 14 de outubro de 2016 a Escola Secundária Leal da Câmara participou na comemoração dos 20 anos da Rede de Bibliotecas Escolares que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian mediante a realização de uma verdadeira maratona de jogos matemáticos. Os alunos Diogo Passos, Nuno Duque e João Silva da turma P1 do 3º ano do Curso Profissional Técnico de Eletrónica e Automação de Computadores representaram a Escola na modalidade de jogos de tabuleiro tendo sido, para o efeito, orientados pelas professoras Teresa Pereira da disciplina de Matemática Aplicada às Ciências Sociais da turma e Conceição Mesquita, coordenadora do Departamento Curricular de Matemática. Neste dia os alunos tiveram oportunidade de ser abordados por pessoas de diversas idades e formações e foram até surpreendidios por um cumprimento por parte do Senhor Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa. De todas as vezes revelaram competências científicas muito boas, para al...

Burger e Starbird

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É difícil simplificar matérias profundas sobre o universo e o dia-a-dia. Mais complicado é encontrar alguém que o faça com humor e irreverência, fugindo aos padrões normais da partilha de conhecimento matemático. Porém, Edward Burger e Michael Starbird conseguem-no. Em O Matemático Disfarçado , estes dois conceituados professores norte-americanos falam de coincidências, caos, números, infinito, ao sabor das datas, criptografia, origami, baralhos de cartas, cadeias de DNA e obras de arte. Deixe-se levar pela sua intuição e seja divertidamente enganado. Surpreenda-se com o erro e aceite o desafio de virar as calças ao contrário com os pés atados ou de prolongar indefinidamente um baralho de cartas fora de uma mesa, sem cair. As grandes questões tornam-se simples. E o infinito fica mais perto. A  BE/CRE agradece ao professor José Carlos Frias a oferta deste livro. Cota: 51-BUR

Yoko Ogawa

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Uma empregada de limpeza começa a trabalhar na casa de um velho matemático, cuja carreira foi brutalmente interrompida por um acidente de automóvel, que reduziu a autonomia da sua memória a oitenta minutos. A cada manhã, a jovem mulher deve apresentar-se como se se vissem pela primeira vez. e é com grande paciência, gentileza e muita atenção que ela consegue ganhar a sua confiança. Também lhe apresenta o filho de dez anos e inicia-se então um relacionamento: o rapazinho e a sua mãe vão não só partilhar com o velho amnésico a paixão pelo basebol, como também vão aprender com ele a magia dos números. Neste subtil romance sobre a herança e a filiação - e em que três gerações se encontram sob o signo de uma memória extraviada e fugidia - a narrativa desdobra-se com a graça e rigor de um origami.   Lapidar e profundo como um haiku, A Magia dos Números é uma pequena obra-prima. Yoko Ogawa foi vencedora, em 2004, do Prémio Youmiuri que distingue autores de literatu...

Exposição de Matemática

Decorre entre 31 de Outubro e 9 de Novembro, nas instalações do CRE-BE, a exposição de matemática, Sempre Houve Problemas. Nesta exposição, está patente o carácter « lúdico na pedagogia medieval ». O primeiro livro de matemática editado em Portugal, Tractado Darysmetica  de Gaspar Nicolas (1519), autor natural de Guimarães, tratava, para além de problemas diretamente relacionados com transações comerciais, de problemas onde ressaía o caráter lúdico, também presentes em obras de outros autores, nomeadamente no Tratado da Arte de Arismética  (1555), de Bento Fernandes. O uso do lúdico como instrumento pedagógico, ludus de escola, e escola - scholé - de lazer, remonta há muitos séculos atrás. Carlos Magno (742-814), criou um local de ensino no seu palácio, tendo entregue a sua direção ao filósofo e pedagogo britânico, Alcuíno, que tinha como norma pedagógica « deve-se ensinar divertindo» , para « aguçar a inteligência» . Os seus problemas estão repletos d...

Jorge Buescu

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Acha que a matemática é um assunto árido e encerrado, vista hoje sobretudo como instrumento de tortura dos alunos? Desengane-se! A matemática é acima de tudo uma extraordinária aventura intelectual - empolgante, dinâmica, fervilhante de ideias e em permanente construção. Há hoje mais matemáticos ativos do que em toda a História da Humanidade no seu conjunto. A matemática vive hoje uma verdadeira Idade de Ouro.     Como funciona o Google? Como é que uma megacolaboração global por meio de um blogue conseguiu demonstrar um resultado matemático? Como é que um  resultado abstruso em teoria de grupos pôde inspirar um físico a explicar o universo, nos intervalos em que não fazia surf no Havai? Qual é a melhor altura para deixar de procurar a mulher dos seus sonhos e assentar? É possível organizar  um conjunto de casamentos por forma a que ninguém tenha (pelo menos racionalmente!) tentações de casos extramatrimoniais? Qual foi a verdadeira contribuição da matemática para...

Geometrias não euclidianas

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"Não existiu movimento mais esmagador em toda a história da ciência do que o desenvolvimento da geometria não euclidiana, um movimento que fez estremecer até aos alicerces da crença, oriunda de épocas remotas, de que Euclides tinha expressado verdades eternas". Edward Kasner e James Newman Matemática e Imaginação , 1941 A nossa mente encontra-se cheia de noções de geometria porque usamos constantemente este ramo da matemática em múltiplos aspetos da nossa vida quotidiana. Essas ideias pertencem à geometria conhecida como «clássica» ou «euclidiana», mas existem outras diferentes daquelas que nos foram ensinadas na escola. Este livro não pretende criar peritos em geometrias não convencionais, mas serve para mostrar que a nossa realidade é mais rica do que pensamos, não só nas suas manifestações naturais, como também ao nível dos instrumentos que conseguimos desenvolver para lidarmos com elas. in Prefácio. O livro está disponível na biblioteca

Geometria Curiosa

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"Não há homens mais inteligentes do que aqueles que são capazes de inventar jogos. É aí que o seu espírito se manifesta mais livremente. Seria desejável que existisse um curso inteiro de jogos tratados matematicamente"      Leibniz, 1715 Este livro, que só deve ler-se de lápis e papel na mão, constitui um antídoto de comprovada eficácia contra o medo da matemática. Medo que se instalou como resultado de décadas de equívocos pedagógicos, afastando o homem comum do prazer da matemática. Por ser inaceitável privar alguém do prazer - da música, da boa mesa, da literatura e outros - , delicie-se o leitor, no que à geometria se refere, folheando livremente as páginas deste livro; se puder leve-o para uma ilha deserta e console-se com as esperas de Dandelin, a carpete de Apolónio, a poeira de Fatou, os pontos de Fermat, as pavimentações de Penrose e tantas outras maravillhas. Mas cuidado: pode viciar-se. Disponível na biblioteca.

Exposição de Matemática

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No nosso mundo, vivemos rodeados de formas que evoluem no TEMPO. Decorre entre 14 de Janeiro e 9 de Fevereiro, no átrio do primeiro andar do pavilhão central, continuando nas instalações do CRE -BE, a exposição de matemática,“Viver no Espaço e no Tempo”. Nesta exposição, a percepção que temos do ESPAÇO e das formas que nele observamos são equacionadas nas suas dimensões reais ou virtuais e noutras mais escondidas. Composta por vários módulos, pretende ser um espaço aberto de conhecimento, observação e interrogação, onde o visitante é convidado em alguns domínios a participar em actividades propostas. A título de exemplo, temos o módulo de “Espaço Virtual”, onde se exploram de várias formas, a noção de simetria e a lei da reflexão, estudando o caleidoscópio bidimensional e o caleidoscópio tridimensional. É ainda focada a construção do periscópio e a sua utilidade em outros tempos para obter imagens que estavam fora do ângulo de visão. Registe-se também, o módulo de “Dimensões Es...

O fim do mundo

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Este livro é sobre matemática. Para quem a entenda está reservado um prémio: a compreensão profunda das questões, a verificação de que muitas coisas que pareciam completamente distintas partilham, afinal, relações profundas e a percepção de que o conhecimento humano não está dividido em compartimentos estanques. O Fim do Mundo Está Próximo? é um mosaico de temas matemáticos distintos, por vezes relacionados. No entanto, seja sobre o Sudoku , as TAC, como ganhar no totobola,  o fim do mundo, os grilos, os chuveiros ou o sexo e a banha da cobra, a matemática tem sempre surpresas a revelar-nos. É esse o seu encanto, é essa a sua beleza.

Jorge Buescu

No passado dia 11 de Novembro, às 11:30 h, no auditório da escola, teve lugar uma palestra dinamizada pelo Professor Dr. Jorge Buescu, intitulada, Do Sudoku ao Oeste selvagem: a Matemática na vida real. O Professor começou por responder à questão “O Sudoku é matemática?”, dizendo que a resolução de um problema de Sudoku implica apenas a utilização da lógica; utilizam-se números, mas poderiam escolher-se outros símbolos, por exemplo cores ou letras. Se a pergunta for feita do seguinte modo: “Qual é a matemática relacionada com o Sudoku ?”, a resposta muda, pois podemos formular questões que são problemas genuinamente matemáticos, por exemplo: “Quantas grelhas de Sudoku diferentes existem?” ou “Como construir os quebra-cabeças?”. Jorge Buescu falou-nos ainda de quebra-cabeças antigos como, por exemplo, o dos “36 oficiais”, resolvido pelo matemático Leonard Euler e que o levou a uma conjectura que durou cerca de 200 anos. A este propósito, referiu os quadrados latinos e gr...

O Número Áureo

"A matemática não é só precisa; é também bela."   Bertrand Russell

O Mundo é Matemático

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Pode a beleza ser expressa em termos matemáticos? Desde tempos remotos, a proporção áurea esteve relacionada com a harmonia na arte e na natureza, ao ponto de merecer o apelido de «divina». Encontramo-la no sorriso da Gioconda, mas também nas pétalas das flores, na forma de alguns animais ou nos braços em espiral das galáxias. Recentemente adquiridos, a Biblioteca disponibiliza os seguintes títulos da colecção " O Mundo é Matemático" : - A Proporção Áurea; - A Burla dos Sentidos; - Do Outro lado do Espelho; - A Quarta Dimensão; - Uma Nova Maneira de Ver o Mundo. Uma viagem sugestiva através do universo da Matemática, que te vai apresentar desafios curiosos e os grandes pensadores que marcaram a sua evolução.

Hoje e amanhã

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A Fundação Francisco Manuel dos Santos realiza, nos dias 9 e 10 de Novembro, a segunda conferência do ciclo “Questões-chave da Educação” sobre o tema “Fazer contas ajuda a pensar?”, com Michel Fayol, Andrei Toom e António Bivar Weinholtz. A conferência aborda o tema do insucesso na Matemática bem como o(s) melhor(es) modo(s) de a ensinar, focando-se no papel dos exercícios de rotina e dos problemas que apelam ao raciocínio não rotineiro, encarados muitas vezes como práticas contrárias. Consciente da importância deste tema não só para os directamente envolvidos no processo educativo mas também para a sociedade em geral, a FFMS convida-o a acompanhar a conferência em directo, através do site da SIC Online – Notícias  , hoje,  dia 9 de Novembro, pelas 17h30m.

A história de um número

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Tomando o Sol como um círculo, o seu perímetro dividido pelo diâmetro é igual a um número irracional conhecido por todos os alunos de Matemática: o Pi. Este número surge não só na Matemática, como na Economia e Astronomia e na natureza de formas surpreendentes e misteriosas. Ao longo dos tempos foram vários os matemáticos que tentaram calcular o valor de Pi com o maior número possível de casas decimais. Um deles foi Arquimedes , matemático grego que nasceu no ano 287 a.C em Siracusa, na Sicília, destacando-se também na área da mecânica e da física. Arquimedes descobriu um método para calcular o valor do número Pi, usando polígonos regulares com 96 lados inscritos e circunscritos a uma circunferência. Esta descoberta foi posta em poema: " Bom e belo é poder comunicar um número farto aos povos. Imortal Siracusão artista, engenhoso..." O número de letras de cada palavra do poema corresponde, sucessivamente, aos algarismos da escrita decimal do número Pi. És...

ALEA

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A estatística, o cálculo de probabilidades e a matemática são daquelas coisas que te deixam a cabeça à roda? Então, visita o ALEA - Acção Local de Estatística Aplicada. Trata-se de um espaço de apoio ao ensino da estatística, destinado a professores e alunos do ensino básico e secundário, que dá conta dos factos através dos números, contém desafios e jogos, disponibiliza um conjunto diversificado de dossiers e recursos, promove encontros e sessões de formação e liga-te às principais instituições nacionais e internacionais nesta área. Tudo para fazer de ti um especialista nestas matérias. AQUI.