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Visão História (*)

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Passam agora cem anos sobre o início da Primeira Guerra Mundial. Foi no dia 28 de junho de 1914 que, com o assassínio, em Sarajevo, do herdeiro do trono austro-húngaro, a Europa mergulhou numa vertigem de acusações e recriminações mútuas que redundaria, passado um mês e alguns dias, no desencadear das hostilidades. Essa « guerra para acabar com a guerra» , como lhe chamou H. G. Wells numa expressão que chegou a ter sucesso, revelar-se-ia afinal, ao longo dos quatro anos de pesadelo que durou, um longo calvário de horrores e perplexidades. Mas nada ficou resolvido em 1918, a não ser que a Europa cometera uma espécie de suicídio lento. Passados vinte anos as chamas reacender-se-iam, ainda mais alterosas e destruidoras. A participação direta de Portugal nesse conflito absurdo foi já tema de um número da VISÃO História , publicado em fevereiro de 2009. A VISÃO opta agora por organizar uma panorâmica fotográfica dos múltiplos aspetos da conflagração, acompanhada dos necessário...

na Visão

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Os cientistas conseguem, hoje, ter uma ideia do que acontece quando dormimos, ou onde guardamos as memórias. São capazes de descrever o que corre mal na doença de Alzheimer ou porque certos defeitos genéticos tornam a aprendizagem numa missão impossível. Nos institutos de investigação, os cientistas começam agora a desenhar novos planos de ação para desenvolver ao longo desta década. « Estamos a olhar para as interações com outras partes do corpo, como o sistema imunitário ou as hormonas », avança Rui Costa, neurocientista da Fundação Champalimaud, em Lisboa, « Também começamos a tentar perceber como é que o cérebro funciona nas interações sociais. Já sabemos que se comporta de maneira diferente, quando estamos sózinhos ou no meio da multidão .» Bem-vindo, pois, ao admirável mundo da nossa cabeça! Ibidem. O nº 1026 - 1 a 7 de novembro - da revista VISÃO está disponível na biblioteca.