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National Geographic (6)

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A genialidade é camaleónica. Quem pode ser considerado um génio? A questão fascina a humanidade e suscitou muitos problemas enquanto produzíamos a reportagem da edição deste mês. Algumas mentes são tão excecionais que mudam o mundo. Não sabemos ao certo o que eleva estes indivíduos estraordinários acima dos outros, mas a ciência encontrou algumas pistas Estabeleçamos como premissa que Einstein era um génio. O seu rosto e cabelos são icónicos, símbolos internacionais para a genialidade. Nesta edição queríamos ir para lá do homem e explorar a natureza do próprio génio. Por que razão algumas pessoas são mais inteligentes ou criativas do que as restantes? E quem são elas? Foi aqui que começamos a ter problemas. Assumimos que seria mais difícil identificar, entre as personalidades vivas, aquelas que seriam verdadeiramente geniais e por isso apostamos nas figuras do passado. [...] Os estereótipos perduram. Um estudo publicado na revista "Science" descobriu que, d...

FOCUS (edição especial)

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Há séculos que tentamos perceber o que torna os seres humanos diferentes. Será a nossa forma de comunicar? Será a nossa capacidade de utilizar ferramentas? Ou será por conseguirmos pensar o impensável - inventar e construir equipamentos que nos levam do microscópio ao cósmico? As nossas capacidades "sobre-humanas" devem-se aos cerca de 1,4 kg de matéria cinzenta "aconchegada" no nosso crânio. Esta edição especial, revela a anatomia do cérebro para compreender como funciona e descobrimos o que nos torna únicos. Saiba como os cientistas estão a investigar formas de eliminar memórias e implantar  novas recordações, e descubra porque é que o poder corrompe e de que modo o cérebro de um ditador difere do seu. Entre outros temas, explore ainda a forma como a inteligência evoluiu nos animais e o que se passa afinal, ao certo, na mente dos nosso cães. Esta publicação debruça-se também sobre alguns dos desafios mais sérios para a saúde mental: a ciência da sanida...

Nicholas Humphrey

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«Nicholas Humphrey é um dos «mais notáveis investigadores da natureza e dos mecanismos da consciência. Neste livro, debruça-se sobre a evolução da espiritualidade numa visão ampla e profunda, que não esquece o contributo de humanistas, poetas e ficcionistas (tantas vezes "neurocientistas" sem o saberem) para decifrar o mysterium tremendum da alma» João Lobo Antunes Como é possível a consciência? A que finalidade biológica se destina? Em Poeira da Alma , Nicholas Humphrey, figura cimeira da investigação mundial no campo da consciência, avança uma nova teoria surpreendente. A consciência, afirma, não é senão um espetáculo de magia e mistério  que representamos para nós próprios dentro das nossas cabeças. Este espetáculo autocriado ilumina-nos o mundo e faz-nos sentir especiais e transcendentes. Assim, a consciência abre caminho à espiritualidade e permite-nos, enquanto seres humanos, colher os frutos e ansiedades de viver no que Humphrey chama « o nicho da a...

Eduardo Punset

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Emoções, ideias, medos, desejos, espiritualidade... e tantos outros aspetos da nossa vida que nos caracterizam como seres humanos derivam das complexíssimas operações do cérebro.  Quando nos interrogamos acerca de nós próprios, são muitas as perguntas que surgem: é a alma o resultado tão-só de reações químicas e elétricas? O amor, um aspeto tão relevante da nossa existência, depende de meras ligações neuronais? O pensamento das outras pessoas pode ser manipulado? Será que os artistas têm um cérebro diferente? Teremos nós o mesmo cérebro que os nossos antepassados da Idade da Pedra? A quantidade de peguntas que o cérebro e a sua maneira de funcionar suscitam é infinita. Cientistas, filósofos, artistas, enfim... todos os grandes pensadores ao longo dos tempos se sentiram atraídos por este enigma, mas agora, por fim, nos séculos XX e XXI, têm vindo a ser descobertas as soluções do que antes pareciam mistérios insondáveis.  Este livro, que coloca as perguntas que todos n...

Nicholas Carr

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«A questão, no fundo, não é se as pessoas ainda conseguem ler ou escrever um livro de vez em quando. É claro que conseguem. Quando começamos a utilizar uma nova tecnologia intelectual, não mudamos de imediato de um modelo mental para outro. O cérebro não é binário. Uma tecnologia intelectual exerce a sua influência ao mudar o centro da atenção do nosso pensamento. Embora os primeiros utilizadores da tecnologia já consigam muitas vezes sentir as alterações nos seus padrões de atenção, cognição e memória enquanto os seus cérebros se adaptam ao novo meio de comunicação, as transformações mais profundas desenrolam-se mais lentamente, ao longo de várias gerações, à medida que a tecnologia fica cada vez mais envolvida no trabalho, no lazer e na educação - em todas as normas e práticas que definem uma sociedade e a sua cultura. Como é que o modo como lemos se está a alterar?  Como é que o modo como escrevemos se está a alterar? Estas são as perguntas que deveríamos estar a co...

Saber que existimos (*)

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Como é que o cérebro constrói a mente? E como é que o cérebro torna essa mente consciente? Há mais de trinta anos que o neurocientista António Damásio estuda a mente e o cérebro humano e é autor de vasta obra publicada em livros e artigos científicos. No entanto, formulou o presente livro como um recomeço, quando a reflexão sobre descobertas importantes da investigação, recentes e antigas, alterou profundamente o seu ponto de vista em duas questões particulares: a origem e a natureza dos sentimentos, e os mecanismos por detrás do eu. O Livro da Consciência constitui assim um debate sobre as actuais noções nestes domínios, e uma proposta de novos mecanismos para a construção dos sentimentos e da consciência. Uma obra que deixa antever aquilo que ainda não sabemos sobre o cérebro e a consciência, mas gostaríamos muito de saber, e que estabelece uma ponte entre a biologia e a cultura. A revista Visão disponibiliza on line   o primeiro capítulo  da obra, AQUI. Leia...