sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A todos(as) um Bom Natal



































Com os votos de Boas Férias e boas leituras da equipa da BE.
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Natal, e não Dezembro

Entremos, apressados, violentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio
no prédio que amanhã for demolido...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.
 
Entremos dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rasto de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.

David Mourão-Ferreira, Cancioneiro de Natal

by Charles Dickens


On Christmas Eve, four ghosts teach Scrooge, an elderly miser, that love and friendship are much more important than an amazing fortune. The first ghost is that of Marley, his former business partner, who warns him about the suffering awaiting him if he does not change. The three other ghosts reveal to Scrooge scenes from his past, present and future. After witnessing these scenes, Scrooge is a changed man.

Book trailer, HERE.

Penguin Readers
“A Christmas Carol” by Charles Dickens is just one of the titles available.
From Easystart to Level 6, a series of new titles from Penguin Readers have just arrived and are at your disposal in your school library. This graded collection of Readers enables you to enjoy reading whatever your language level.
Along with every title you may listen to native speakers of both British and American English; all these readers have the audio recordings. So, while reading you may listen to the audio CDs and that can help you improve your skills.

Enjoy your Christmas Holidays, reading and listening to famous classics, films, biographies, romance, comedy, crime…

teacher Maria do Carmo Silva

Na demanda


Na sequência de um estranho pesadelo, o monarca de um reino próspero e distante preocupa-se subitamente com o futuro dos seus súbditos.

Nada lhes falta, excepto, claro, a mais essencial de todas as coisas: um sentido. Então, a conselho do sábio e do bobo da corte, o rei decide promover um  «torneio da verdade» em busca de uma religião que oriente o seu povo. Os concorrentes - dignos representantes das principais religiões do mundo - tudo farão para que o seu credo conquiste o reino e seja o escolhido. Mas que acontece quando se juntam, na mesma «arena» , um judeu, um muçulmano, um cristão, um budista, um hinduísta e até um ateu?
Poderão estes invocar as histórias exemplares de Cristo, Buda, Moisés ou Maomet sem a constante afronta dos adversários?
Numa brilhante fábula sobre a tolerância , Shafique Keshavjee constrói uma narrativa apaixonante e esclarecedora, cheia de humor e de ternura, que bem pode ser designada como O Mundo de Sofia  das religiões.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Sugestões


Terry George, Hotel Rwanda, 2004

Steven Spielgberg, The Schindler´s List, 1993

Richard Attenborough, Gandhi, 1982



Outros filmes disponíveis na biblioteca sobre a temática dos Direitos do Homem:

- Fernando Meirelles, Cidade de Deus, 2002
- José Padilha, Tropa de Elite, 2007
- Charles Chaplin, O Grande Ditador, 1940;
- Martin Campbell, Amor sem fronteiras, 2003
- Roland Joffé, A Missão, 1986
- Jonatham Demme, Philadelphia, 1993
- Roman Polansky; O Pianista, 2002
- Mark Herman, O Rapaz do Pijama das Riscas, 2008

Documentários:
- Marcelo Freixo, Elas na Favela,  2010 (sobre a vida nas favelas do Rio de Janeiro)
- Michael´s Story e Women of Kibera, 2009 ( sobre a vida no maior bairro degradado do Quénia)

Desafios


"A ideia deste livro é simples: ser um espaço de liberdade e total frontalidade, onde exprimo, sem constrangimentos nem rodeios ou intermediários, as minhas reflexões e pensamentos mais enraizados sobre os desafios, ameaças e esperanças globais que me interpelam enquanto cidadão do Mundo e português, consciente dos meus deveres de alertar consciências após mais de 30 anos de deambulações pelas quatro partidas do Mundo."

Fernando Nobre, Presidente da AMI.

Dia Internacional dos Direitos Humanos


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Amanhã


DIA INTERNACIONAL DOS DIREITOS DO HOMEM

A 10 de Dezembro de 1948, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas proclamou a Declaração Universal dos Direitos do Homem "como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver esses direitos e liberdades."

Esta Declaração foi criada como reacção aos horrores praticados durante a Segunda Guerra Mundial aos judeus, comunistas, ciganos e homossexuais e aos milhares de vítimas das bombas atómicas lançadas pelos Estados Unidos sobre Hiroshima e Nagazaki.

Passados 62 anos da adopção da proposta de intenções das Nações Unidas continuamos a conviver com violações a em relação a crianças, mulheres, pessoas com deficiência, trabalhadores portadores do vírus HIV que são discriminados no trabalho e impedidos do exercício de direitos civis porque as instituições não estão preparadas para reconhecer e respeitar a sua dignidade.

Desafiamos-te a reflectir sobre estas situações e a agir, denunciando-as junto das entidades responsáveis. Contribui para a construção de um mundo mais humano.
No âmbito deste tema a biblioteca disponibiliza,  aqui,  um conjunto de documentos que poderão contribuir para a reflexão sobre o tema

A biblioteca sugere ainda o visionamento dos seguites recursos disponíveis on-line: O Grande Ditador de Charles Chaplin (1940), História dos Direitos Humanos do Canal História e  I Have a Dream de Martin Luther King (1963).

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

na Ler


"Acho que todos os meus livros têm esse outro mundo, que me é natural: o mundo do humor e da ironia. Como se as palavras fossem coisas materiais e nós pudéssemos ver as costas das palavras, a parte de baixo das palavras; como se pudéssemos levantar a saia das palavras. Instintivamente, quando recebo uma frase, quando ouço uma frase, é como se me movimentasse em redor dessa frase. Isso é-me muito natural", in revista Ler, Novembro 2010

Disponível na biblioteca

Ouça, aqui,  a entrevista dada pelo autor  à TSF.


Nota: divulgaremos oportunamente a data da palestra que Gonçalo M. Tavares dará na Leal.

Gonçalo M. Tavares

"Gonçalo M. Tavares não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos: dá vontade  de lhe bater". José Saramago

" O livro Jerusalém, de Gonçalo M. Tavares, é uma óptima obra para abrir um século. E se nada mais aparecer durante o Séc. XXI ele já preenche os cem anos. É sublime."
Hélia Correia


"Chegou para ficar, num espaço só seu". Eduardo Lourenço

"O magazine francês Lire escolheu 50 escritores para o novo século. Nós podemos acrescentar um. O meu voto: Gonçalo M. Tavares" Pedro Mexia


e Prémio do Melhor Livro Estrangeiro publicado em França


As obras estão disponíveis na biblioteca.


sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

8Dias


Coitado do urso polar
Na comunicação social surgem relatos de uma nova conferência internacional sobre o clima que se realiza no México. Para além das polémicas em torno das conclusões dessas conferências, importa analisar o comportamento de alguns activistas quando confrontados com perguntas difíceis. Estas, sim verdadeiramente inconvenientes.

O que gostava que sublinhar é, justamente, o modo como muitos de nós reage a perguntas que colocam em causa as nossas convicções. As imagens que estão na ligação apresentada dizem respeito à última conferência internacional que se realizou em Copenhaga. Nelas está explícito o comportamento que importa analisar. Muitas vezes agimos na base de impulsos que não encontram justificação racional e que vão, inclusive, contra alguns princípios que defendemos relativamente à convivência com os outros ou que projectamos sobre o comportamento dos outros. E, portanto, não sobre o nosso! Que finalidade orienta este tipo de comportamentos? E será que estamos disponíveis para os aceitar quando outrem usa os mesmos meios para defender as suas ideias?

O que pensam disso? Podem ser justificados estes comportamentos?

A ligação encontra-se AQUI.

professor Luís Vilela

Ciclo de Cinema (2)



Billy Elliot é um rapaz de 11 anos que vive numa pequena cidade do Norte de Inglaterra, onde o principal meio de subsistência é o trabalho nas minas de carvão.

Obrigado pelo pai a treinar boxe, Billy fica fascinado com a magia do ballet no dia em que observa uma aula de dança clássica realizada na mesma colectividade onde pratica boxe. Incentivado pela professora de ballet, que vê em Billy um talento nato para a dança, resolve então pendurar as luvas de boxe e dedicar-se de corpo e alma à dança. Mas, para o conseguir, Billy terá de ocultar a sua participação nas aulas ao seu pai, viúvo, e ao seu irmão, mais velho, que dificilmente aceitarão que pratique uma actividade que consideram ser própria das raparigas.

Desta forma, Mrs. Wilkinson vai fazer todo o possível para que Billy consiga uma audição em Londres com o Royal Ballet. Será que vai conseguir?

Mas atenção, o filme de Stephen Daldry não se limita a contar-nos uma história sobre o preconceito, porque a história de Billy decorre na década de 80, num período conturbado pelas greves dos mineiros, retratando as dificuldades da classe média inglesa, o seu quotidiano, as influências políticas e os problemas financeiros.

Um filme onde a beleza dos gestos alivia a dureza da realidade.

Dia 6 de Dezembro, às 13.30m, ou dia 7 de Dezembro às 10h, no auditório da Escola.

professora Manuela Martins

Laboratórios Abertos


Química ao Rubro
Muitos Parabéns Leal!

Nada melhor para festejar os 24 anos da nossa querida escola do que fazê-lo através da ciência.
Pois é, a Leal fez anos e, os nossos jovens do 12 ano da turma C5 deliciaram os colegas de outras turmas com uma sessão de ciência experimental.
Ambos estão de parabéns, pois estiveram muito bem na fotografia.
Provaram que vale a pena acreditar na Leal e nos seus jovens estudantes.

Mais uma vez Parabéns Leal e Parabéns alunos do 12º C5.

 professora  Maria Manuel Costa


Em o Génio da Garrafa, Joe Schwarcz combina histórias inesperadas da química do quotidinao com contos fantásticos da história da ciência. Oferece um grande número de informações sobre as últimas novidades no campo da saúde e da nutrição e dá mesmo um tiro certeiro nos charlatães da ciência. Sabia que o corante usado nos gelados é o sumo de um bichinho? Ou que o chocolate tem muito que se lhe diga para além do seu sabor agradável? Schwarcz resolve o mistério do camarão explosivo, actualiza os nossos conhecimentos sobre glucosamina e a nogueira-do-japão e mostra-nos como controlar as fragâncias dos pés mais odoríferos...
No fim de contas mostra-nos o segredo do génio da garrafa.

"O Dr Joe Schwarcz lança um olhar ligeiro sobre um aassunto sério; os resultados garantem a aprendizagem e  proporcionam um bom divertimento. A simples leitura do índice já provoca sorrisos. O único perigo de comerçarmos a ler este livro é já não conseguirmos parar."  David M. Klurfeld


Disponível na biblioteca

2009


A economia portuguesa em 2009

Em 2009 Portugal encontra-se na mais profunda recessão em sincronia com a maior recessão internacional do período pós-guerra.
Esta situação ocasionou uma diminuição abrupta do investimento, implicando quedas substanciais dos fluxos comerciais e da actividade nas economias avançadas, emergentes e em desenvolvimento.

Neste contexto, os bancos centrais e os governos de vários países adoptaram medidas de política muito severas que provocaram uma melhoria das condições nos mercados financeiros internacionais a partir do segundo trimestre de 2009, mas ao mesmo tempo uma desaceleração da actividade económica global. No entanto, a incerteza quanto ao futuro da economia internacional permanece elevada.
Da responsabilidade do Banco de Portugal, o Relatório Anual 2009, redigido com base em informação colhida até meados de 2010, realiza uma avaliação global sobre o estado da economia em Portugal desse ano.

O Relatório de Estabilidade Financeira 2009 constitui um complemento importante à análise publicada no Relatório Anual.

colaboração da professora Ana Silva