Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Valter Hugo Mãe

Valter Hugo Mãe (2)

Imagem
«Uma luminosa parábola que fica a reverberar muito tempo depois.» José Tolentino Mendonça «As fascinantes personagens deste romance vivem num Japão que é ao mesmo tempo mitológico e íntimo,  criado pela imaginação prodigiosa e profundamente poética do autor.» Richard Zimler Num Japão antigo o artesão Itaro e o oleiro Saburo vivem uma vizinhança inimiga que, em avanços e recuos, lhes muda as prioridades e, sobretudo, a capacidade de se manterem boa gente. A inimizade, contudo, é coisa pequena diante da miséria comum e do destino. Conscientes da exuberância da natureza e da falha da sorte, o homem que faz leques e o homem que faz taças medem a sensatez e, sobretudo, os modos incondicionais de amarem suas distintas mulheres. Valter Hugo Mãe prossegue a sua poética ímpar. Uma humaníssima visão do mundo. O livro está disponível na biblioteca

Newton Gostava de Ler (4)

Imagem
No dia 9 de Abril de 2013, tive a oportunidade de participar numa atividade designada “ Newton Gostava De Ler” . Esta tarefa foi realizada na escola básica Padre Alberto Neto, situada em Rio de Mouro. Para começar, devo admitir que adorei o propósito deste projeto. O seu programa tem como finalidade conjugar dois elementos de aparente contraste e que se julgavam quase impossíveis de enquadrar um no outro, neste caso, a leitura e a ciência. Quando me deram a conhecer tal atividade, esta despertou a minha total atenção, pois eu nunca havia ouvido falar na interligação destes dois tipos de conhecimento. Assim, alinhei e dirigi-me para a escola acompanhada da professora bibliotecária, a professora Liliana Silva. Durante a sessão de leitura, a turma do 9º ano à qual recitei os dois excertos do livro As mais belas coisas do mundo , de Valter Hugo Mãe, revelou-se bastante calma e atenta, o que possibilitou que os meus nervos se desvanecessem naquele silêncio inquietante. E...

Newton gostava de ler (2)

Imagem
As palavras têm PH «O meu avô dizia que a melhor parte da vida haveria de ser ainda um mistério e que o imprtante era viver procurando». «Eu brincava com as palavras e o meu avô, que adorava ler depois o que eu escrevia, dizia que eu tinha aprendido a sonhar, porque sonhar é achar que estamos a fazer algo que se passa só na nossa cabeça. Eu estava a aprender a sonhar de dia, e quem sonha de dia transforma sempre a sua vida, transforma o mundo.» «Só os que sonham apenas durante a noite é que não levam os sonhos a sério e desistem de mudar o mundo. Depois, a minha mãe ainda me disse que sonhar assim não era algo que se passava apenas na minha cabeça, mas também no coração. As coisa que se passam no coração, isso aprende-se com o tempo, são as mais importantes de todas.» Valter Hugo Mãe, As Mais Belas Coisas do Mundo , 1.ª edição, Lisboa, Editora Objetiva, 2010. Dia 5 de fevereiro, pelas 15 horas, realizou-se, na biblioteca, o Módulo III do projeto, Newton...