segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Livro da semana: «Mensagem»


Título:
Mensagem
Autor:
Fernando Pessoa
N.º de págs.
101
Sinopse:













O INFANTE

Deus quer, o homem sonha, a obra nasce.
Deus quis que a terra fosse toda uma,
Que o mar unisse, já não separasse.
Sagrou-te, e foste desvendando a espuma,
(…)


Mensagem é o único livro de poemas de Fernando Pessoa publicado em português durante a sua vida. É também «realmente um só poema», como escreveu, dada a unidade perfeita conseguida pelo seu canto, das grandezas passadas da nação - que se refletem no futuro, potenciadas pelo Quinto Império.


Filme da semana: «Diamante de Sangue»

Título:
Diamante de Sangue
Realizador:
Edward Zwick
Duração:
143m
Sinopse:











Um diamante rosa raro pode mudar ou destruir a vida de dois africanos: Danny Archer, um ex-mercenário do Zimbabwe e Solomon Vandy, um pescador da tribo mende. Com a Guerra Civil nos anos 90 na Serra Leoa em pano de fundo, Solomon sabe que esse diamante pode não só permitir a libertação da mulher e das filhas, condenadas a viver como refugiadas, mas também salvar o filho de um destino pior: o de criança-soldado. Mas Solomom sabe também que esse diamante pode ditar a sua morte. Archer, que ganha a vida a trocar diamantes por armas, ouve falar no diamante e imediatamente percebe que o seu valor é suficiente para o salvar, afastando-o de África e do círculo de violência e corrupção que o engoliu. É então que aparece Maddy Bowen, uma jornalista americana, cheia de ideias, que vai para a Serra Leoa tentar descobrir a verdade por trás das guerras, os diamantes e aqueles que lucram com toda a situação. Maddy procura Archer como fonte para o seu artigo, mas rapidamente percebe que ele precisa tanto dela como ela dele.Com a ajuda de Maddy, Archer e Solomon iniciam uma perigosa viagem pelo território dos rebeldes.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Novidade: «As Estações da Vida» de Agustina Bessa-Luís


As Estações da Vida, de Agustina Bessa-Luís

SINOPSE

«[…] o que finalmente temos é uma longa, lenta, amorosa e perspicaz divagação sobre as vidas que se cruzavam com ela [a autora] nas estações de caminho­-de­-ferro e nos comboios, designadamente na linha do Douro, a que vai ou, antes, ia de São Bento e de Campanhã, no Porto, até Barca d’Alva, antes de entrar por Espanha adentro.»
[Do Prefácio de António Barreto]

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Exposição de Árvores Nativas de Portugal

Foi hoje inaugurada na Biblioteca a Exposição de Árvores Nativas de Portugal, um conjunto de 20 roll-ups que mostram a riqueza da nossa vegetação. 



As árvores em exposição são as seguintes (clique no nome para aceder à ficha sobre a árvore)



Muitas destas espécies, pertencentes a diferentes famílias, seriam predominantes no nosso território caso não houvesse intervenção humana. Procurou-se que as espécies escolhidas fossem bastante diversas, sendo algumas muito importantes do ponto de vista biológico e ecológico, outras do ponto de vista histórico e cultural e ainda outras do ponto de vista económico. A área de distribuição geográfica destas espécies, no seu conjunto, é muito ampla, abrangendo não só todo o território continental, mas também os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
A exposição estará patente até ao final do 1.º período e pode ser visitada diariamente entre as 9h e as 23h30.

Aqui ficam algumas fotos das espécies em exposição:




Novidade: «Aos Ombros de Gigantes» de Umberto Eco


Aos Ombros de Gigantes, de Umberto Eco

SINOPSE

Para os leitores de Umberto Eco, Aos Ombros de Gigantes representa um evento festivo. Longe das salas de aula, dos congressos académicos e das cerimónias honorárias, Eco escreveu estes textos para gáudio dos assistentes do festival Milanesiana, que ali acorriam sempre em grande número a escutá-lo.

Estes textos seguem os temas anuais do festival e cobrem um repertório que vai da filosofia à literatura e aos meios de comunicação. Dir-se-ia a quintessência do universo de Umberto Eco, transposto para estas páginas com uma linguagem acessível, repleta de ironia, por vezes hilariante, mas também cortante quando necessário.

As raízes da nossa cultura, os cânones variáveis da beleza, o falso que se torna verdadeiro e modifica o curso da história, a obsessão pelas conspirações, os heróis emblemáticos das grandes narrativas, as formas de arte, os aforismos e os epigramas são alguns dos temas tratados num livro enriquecido pelas imagens que o Autor projectou nestas conferências.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Livro da semana: «A utilidade do inútil»

Título:
A utilidade do inútil
Autor:
Nuccio Ordine
N.º de págs.:
176
Sinopse:












O ensaio que este notável investigador e professor de literatura quis partilhar com o mundo e, sobretudo, com o leitor europeu, nasce da necessidade de interrogar o tempo em que vivemos e apela à nossa mais profunda capacidade de reflexão face às nossas escolhas e rotinas de vida. Poder-se-ia ilustrar a ideia fundamental que orienta o livro pela pergunta: o que se pode comprar? E a resposta é óbvia para o autor: não se pode comprar o que a lógica do lucro designa como inútil, como é o caso do amor e da arte! Atormentado com o clima de crise económica que neste início de século tem empobrecido os mais desfavorecidos e enriquecido ainda mais a minoria que os explora (implementada a uma escala planetária), o autor interroga-nos acerca da utilidade da produção desregulada e que apenas se justifica pela acumulação de bens materiais e efémeros e que redunda no empobrecimento dos valores culturais e na desertificação do espírito. Partindo da sua longa experiência de pesquisa e ensino dos clássicos, este texto, concebido assumidamente como um manifesto, confronta-nos com o abandono da herança civilizacional que tanto cientistas como escritores e filósofos quiseram oferecer ao futuro. Este alerta, que põe também em questão as instituições de ensino atuais, aponta-nos a urgência de promover uma educação assente na curiosidade e na liberdade intelectual ancorada no que passou a designar-se como «supérfluo»: a literatura, a arte e a filosofia. Porque a instrução e a cultura humanística são «a única forma de riqueza que podemos transmitir sem ficarmos mais pobres.».


Filme da semana: «A Teoria de Tudo»


Título:
A Teoria de Tudo
Realizador:
James Marsh
Duração:
123m
Sinopse:











Nascido em Oxford, a 8 de janeiro de 1942, Stephen Hawking é considerado um dos mais importantes astrofísicos de todos os tempos. Em 1963, enquanto estudante de Física na universidade de Oxford, Stephen está decidido a encontrar uma “simples, eloquente explicação” para o Universo. Nesta época, já depois de conhecer Jane Wilde, uma jovem estudante de Artes por quem se apaixona, é-lhe diagnosticada esclerose lateral amiotrófica, uma doença incurável e degenerativa que leva à perda permanente de movimento muscular. Os médicos não lhe dão mais de dois anos de esperança da vida. Com capacidades físicas a cada dia mais limitadas, casa com Jane, com quem vem a ter três filhos. Com a ajuda dela, supera os maiores obstáculos, sem nunca perder a vontade de viver nem a sua extraordinária capacidade de se assombrar com o Universo. Depois de três décadas de vida em comum, a relação do casal termina e cada um segue o seu caminho…