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Novidade: «Aos Ombros de Gigantes» de Umberto Eco

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Aos Ombros de Gigantes , de Umberto Eco SINOPSE Para os leitores de Umberto Eco, Aos Ombros de Gigantes representa um evento festivo. Longe das salas de aula, dos congressos académicos e das cerimónias honorárias, Eco escreveu estes textos para gáudio dos assistentes do festival Milanesiana, que ali acorriam sempre em grande número a escutá-lo. Estes textos seguem os temas anuais do festival e cobrem um repertório que vai da filosofia à literatura e aos meios de comunicação. Dir-se-ia a quintessência do universo de Umberto Eco, transposto para estas páginas com uma linguagem acessível, repleta de ironia, por vezes hilariante, mas também cortante quando necessário. As raízes da nossa cultura, os cânones variáveis da beleza, o falso que se torna verdadeiro e modifica o curso da história, a obsessão pelas conspirações, os heróis emblemáticos das grandes narrativas, as formas de arte, os aforismos e os epigramas são alguns dos temas tratados num livro enriquecido pelas imagens qu...

Umberto Eco (2)

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Nos nosso dias, três redatores editorias italianos, cansados da rotina, são levados pela curiosidade e sede de cultura  a retomar a curiosa história de um segredo dos Templários. Um segredo que os cavaleiros teriam ocultado no momento da extinção da ordem e da condenação à morte dos seus dirigentes em 1312. A descoberta de um "Plano" centenário para dominar o mundo vai levar os três homens muito longe na procura da verdade. Umberto Eco consegue assim, num mesmo volume, misturar romance histórico, aventura e mistério. O resultado é um inquietante relato que nos faz pensar: poderá ser verdade? Poderemos ser todos vítimas de uma enorme conspiração de proporções cósmicas? «O livro trata de esoterismo, mundo de coisas ocultas dentro de outras já manifestadas. O autor parte de um fantasma da cultura ocidental: a extinção dos Templários. No Convento de Cristo, em Tomar, um dos protagonistas tem a revelação do "Plano". O que é o "Plano"? Só lend...

Umberto Eco

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Durante o século XIX, entre Turim, Palermo e Paris, encontramos uma satanista histérica, um abade que morre duas vezes, alguns cadáveres num esgoto parisiense, um garibaldino que se chamava Ippolito Nievo, desaparecido no mar nas proximidades do Stromboli, o falso bordereau de Dreyfus para a embaixada alemã, a disseminação gradual daquela falsificação conhecida como Os Protocolos dos Sábios de Sião (que inspirará a Hitler os campos de extermínio), jesuítas que tramam contra maçons , carbonários e mazzinianos que estrangulam padres com as suas próprias tripas, um Garibaldi artrítico com as pernas tortas, os planos dos serviços secretos piemonteses, franceses, prussianos e russos, os massacres numa Paris da Comuna em que se comem os ratos, golpes de punhal, horrendas e fétidas reuniões por parte de criminosos que entre os vapores do absinto planeiam explosões e revoltas de rua, barbas falsas, falsos notários, testamentos enganosos, irmandades diabólicas e missas negras. Ótimo ...