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Boa Páscoa!

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A equipa da BE/CRE deseja a todo(a)s umas boas férias de Páscoa e boas leituras.

Oficina de Artes

O que é a Oficina de Artes que as outras disciplinas não são? Um tempo e um espaço em que se pretende que os alunos criem estruturadamente, que usem de método para atingir um fim, que descubram materiais e ferramentas. Com este trabalho, pediu-se que usassem apenas, tubos de cartão de tamanho manuseável para criar uma escultura, prolongando a "vida" útil de algo que a curto prazo seria, não mais que lixo. Foi este o resultado. professora Arminda Bernardino

Memória do holocausto (2)

Escolhido como temática a desenvolver pelo grupo de História ao longo deste ano letivo, o antisemitismo tem sido uma infeliz, mas real parte da nossa Narrativa humana, que teve no holocausto o seu auge mais negro e atroz. Este período de horror teve um  desenvolvimento mais aprofundado pelos alunos do 12º ano, pois é essencial que se lembre constantemente aquilo que a Humanidade preferia nunca ter de esquecer. Esse é o objetivo principal deste trabalho: manter a memória jovem do pior que somos capazes de fazer e repeti-lo jamais. Paulo Gaspar - 12º H2

Novos enigmas

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O retrato de uma jovem nobre italiana adquirido por um colecionador canadiano por cerca de 17 mil euros pode, afinal, ter sido pintado por Leonardo Da Vinci. A possibilidade de um indivíduo entrar numa galeria e comprar um desenho que viria a revelar-se uma obra-prima desconhecida de Da Vinci parece um mito urbano. A descoberta de um Da Vinci é rara. Quando Peter Silverman fez a aquisição, tinham decorrido mais de 75 anos desde a última autenticação de um quadro do mestre. Não havia registos de o criador da Mona Lisa ter alguma vez executado qualquer obra importante sobre velino, cópias conhecidas, nem desenhos de preparação. Se esta imagem fosse um Da Vinci autêntico, onde estivera escondida durante 500 anos? Ibidem. A revista National Geographic , nº 132, março de 2012, está disponível na biblioteca.

Leonardo Da Vinci

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Ao longo da vida, Leonardo Da Vinci (1452-1519) regeu-se por um código pessoal de implacável ética do trabalho, insaciável  curiosidade e disciplina férrea, o que lhe permitiu superar as barreiras sociais impostas aos filhos ilegítimos - que os impedem de ter acesso a uma educação de nível médio ou alto e a uma formação artística - , e as invejas e ciúmes profissionais  dos seus contemporâneos. Com o conturbado século XV em Itália como pano de fundo, Da Vinci e o seu Código de Vida acompanha a trajetoria desta grande figura do Renascimento, desde que se iniciou no atelier artístico de Andrea del Verrochio até aos últimos anos da sua vida, afetado por uma paralisia na mão esquerda que o impediu de finalizar a sua obra mais universal, Mona Lisa . Embora Mona Lisa , A Última Ceia ou A Dama com Arminho sejam consideradas obras primas universais, a Da Vinci a pintura só interessava como meio de subsistência para poder continuar as suas criações e investigações...

Antologia

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Que povo é este que entre a fome, a doença e o analfabetismo inventa a meio do século XIX uma música para alimentar as almas, fortalecer os corações e manter vivo o pensamento?     Que povo é este que inventa uma música para aprender o sentido das palavras, conquistar acontecimentos, exorcizar a dor, festejar amores? Que povo é este que preserva a palavra Saudade e Fado sabendo que não chegarão todas as palavras do mundo para lhe encontar uma definição? Que canto é este que, mais do que fazer-se ouvir ou sentir, nos dá a ver a alegria ou a dor, o alcatrão ou as árvores, o sangue e a água, a terra e o céu, a noite e o dia? Que canto é este sem princípio nem fim, transbordando de virtude e de pecado, mas libertando-se para além, de uma e do outro, que atirou para a eternidade um país aparentemente solitário? Que canto é este que nos afasta o nariz do chão, nos liberta, nos amplia a visão e a escuta, nos coloca frente a frente inteiramente expost...

Malhoa, Galhardo e Valério

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António Manuel de Moraes convida-nos, (...), com sabedoria e paixão, a um itinerário de redescoberta de um legado poético-musical que nos é querido e que soube ao longo das décadas entrar no cerne da nossa própria identidade como povo. Rui Vieira Nery Tal como Galhardo e Valério o denominaram, para mim também Malhoa é fado. Foi, deste modo, autor de um dos maiores contributos para a História do Fado, dando a todos nós a oportunidade de imaginarmos as cores, as sombras, os gestos, os objetos de culto ou as expressões, tudo através da sua arte naturalista, criando assim o ambiente castiço que se vivia no berço do Fado, desde as alfurjas do século XIX até aos primórdios do século XX. Joana Amendoeira O livro dedicado à memória do pintor José Malhoa , do poeta José Galhardo e do compositor Frederico Valério , está disponível na biblioteca.