sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Propostas de leitura

professora Teresa Lucas com o 11ºH3
(clique  na foto para ampliar)


Este ano a biblioteca, em articulação com os professores da disciplina de Português, lançou aos alunos e encarregados de educação o seguinte desafio:

- Qual o livro que te marcou mais e porquê?
- Qual a frase desse livro mais significativa?

Deste inquérito estão a surgir respostas muito interessantes e imprevistas: há leitores para os quais o livro mais marcante é uma fanfic,  há - muitos! - os que no seu tempo de lazer leem quase exclusivamente em língua inglesa,  há leitores muito jovens que leem poesia - quem diria? -, há os que optam por banda desenhada de notável qualidade e há ainda aqueles que preferem as novelas de amor ou os clássicos da literatura.

A todos estes alunos e encarregados de educação a biblioteca agradece a gentiliza da sua partilha, prometendo levar muito a sério a sua proposta  de leitura.

professora Liliana Silva

O resultado da participação do 11º H3 encontra-se exposto na biblioteca e  Aqui.



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

FOCUS (edição especial)


Há séculos que tentamos perceber o que torna os seres humanos diferentes. Será a nossa forma de comunicar? Será a nossa capacidade de utilizar ferramentas? Ou será por conseguirmos pensar o impensável - inventar e construir equipamentos que nos levam do microscópio ao cósmico? As nossas capacidades "sobre-humanas" devem-se aos cerca de 1,4 kg de matéria cinzenta "aconchegada" no nosso crânio.

Esta edição especial, revela a anatomia do cérebro para compreender como funciona e descobrimos o que nos torna únicos. Saiba como os cientistas estão a investigar formas de eliminar memórias e implantar  novas recordações, e descubra porque é que o poder corrompe e de que modo o cérebro de um ditador difere do seu. Entre outros temas, explore ainda a forma como a inteligência evoluiu nos animais e o que se passa afinal, ao certo, na mente dos nosso cães.

Esta publicação debruça-se também sobre alguns dos desafios mais sérios para a saúde mental: a ciência da sanidade(e insanidade), o que provoca os vícios, os últimos avanços sobre a doença de Alzheimer, como a música pode aliviar uma dor de cabeça ou a ciência do que causa a depressão.

Finalmente, descubra os gadgets que podem tornar-nos mais inteligentes, os projetos de construção de um cérebro artificial, a ciência e a tecnologia da criação de vida em laboratório, e o que a robótica e a automação representam para o nosso conceito de trabalho.

Tem aqui muito com que entreter as suas "pequenas células cinzentas"!


A revista está disponível na biblioteca.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Valter Hugo Mãe (2)



«Uma luminosa parábola que fica a reverberar muito tempo depois.»
José Tolentino Mendonça

«As fascinantes personagens deste romance vivem num Japão que é ao mesmo tempo mitológico e íntimo,  criado pela imaginação prodigiosa e profundamente poética do autor.»
Richard Zimler

Num Japão antigo o artesão Itaro e o oleiro Saburo vivem uma vizinhança inimiga que, em avanços e recuos, lhes muda as prioridades e, sobretudo, a capacidade de se manterem boa gente.

A inimizade, contudo, é coisa pequena diante da miséria comum e do destino.
Conscientes da exuberância da natureza e da falha da sorte, o homem que faz leques e o homem que faz taças medem a sensatez e, sobretudo, os modos incondicionais de amarem suas distintas mulheres.
Valter Hugo Mãe prossegue a sua poética ímpar.

Uma humaníssima visão do mundo.


O livro está disponível na biblioteca


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Feliz Natal!

 Lorenzo Costa, Maria a Ler,  Itália, 1460-1535



A equipa da BE/CRE deseja a todo(a)s Boas Festas e boas leituras.


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Homero

Cota: 82-3 HOM

 A Ilíada é o primeiro livro da literatura europeia e, sob certo ponto de vista, nenhum outro livro que se lhe tenha seguido conseguiu superá-lo - nem mesmo a Odisseia. Lida hoje, no séc. XXI, a Ilíada mantém inalterada a sua capacidade esmagadora de comover e perturbar.
As civilizações passam, mas a cultura sobrevive.
É neste sentido que parece apontar a mensagem deste extraordinário poema.
Ler a Ilíada é reclamarmos o lugar que por herança nos cabe no processo de transmissão da cultura ocidental: cada novo leitor acrescenta mais uma etapa, ele mesmo um novo elo.


Cota: 82-3 HOM

A Odisseia  homérica é a seguir à Bíblia, o livro que mais influência terá exercido, ao longo dos tempos, no imaginário ocidental.. Esta tradução da Odisseia veio colmatar uma lacuna evidente: a inexistência, em português atual, de uma tradução vertida do grego, em verso e com a máxima fidelidade ao original, que devolva ao leitor o prazer do texto homérico.


Traduções de Frederico Lourenço.


Frederico Lourenço



Frederico Lourenço é o vencedor do Prémio Pessoa 2016.

Ficcionista, ensaísta, poeta, tradutor, Frederico Lourenço nasceu em Lisboa, em 1963, e é atualmente professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (depois de vinte anos na Universidade de Lisboa, onde se doutorou com uma tese sobre Eurípides).

Traduziu a Ilíada e a Odisseia de Homero, bem como um volume de poesia grega, duas tragédias de Eurípides ou peças de Schiller e Arthur Schnitzler.

Este ano traduziu e publicou o primeiro volume da Bíblia Grega, Septuaginta, o primeiro volume de uma série de seis, com os quatro Evangelhos canónicos de S.Mateus, S. Marcos, S. Lucas e S.João.

No domínio da ficção é autor da trilogia Pode Um Desejo Imenso (que inclui também, além do título homónimo, os romances O Curso das Estrelas e À Beira do Mundo), bem como de A Formosa Pintura do Mundo, Amar Não Acaba e A Máquina do Arcanjo, ou do volume autobiográfico O Lugar Supraceleste.

Publicou ensaios como O Livro Aberto: Leituras da Bíblia, Grécia Revisitada, Estética da Dança Clássica ou Novos Ensaios Helénicos e Alemães, e livros de poemas como Santo Asinha e Outros Poemas e Clara Suspeita de Luz.

Entre outros, recebeu os prémios PEN Clube (2002), D. Diniz da Casa de Mateus (2003), Grande Prémio de Tradução (2003), Prémio Europa David Mourão-Ferreira (2006).



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

na BE



Matthew Brown, O Homem que Viu o Infinito, UK, 2016, [1h 49m]

Srinivasa Ramanujam (Dev Patel) é um génio autodidata de 25 anos de idade que não conseguiu entrar na universidade devido ao seu estudo quase obsessivo e solitário da matemática. Determinado a prosseguir a sua paixão, Ramanujan escreve uma carta e uma eminente professor  do Trinity College em Cambridge. O Professor Hardy (Jereny Irons), reconhece a originalidade e o génio do talento puro de Ramanujan e, apesar do ceticismo dos seus colegas, empenha-se em trazê-lo para Cambridge para que as suas teorias possam ser exploradas.

Ramanujan deixa a família e a sua jovem noiva, e cruza o mundo até Inglaterra para, sob a orientação de Hardy, trabalhar as suas teorias. Juntos, vão lutar para que o seu  trabalho seja finalmente visto e reconhecido por um meio matemático que não está preparado para os seus métodos não convencionais.

O Homem que Viu o Infinito é a improvável história verídica de um génio único, cujas inovadoras teorias o levam a sair da obscuridade, num mundo em plena guerra, e da sua luta incansável para mostrar ao mundo a genialidade da sua mente.


O filme está disponível na biblioteca