sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

FOCUS (edição especial)


Há séculos que tentamos perceber o que torna os seres humanos diferentes. Será a nossa forma de comunicar? Será a nossa capacidade de utilizar ferramentas? Ou será por conseguirmos pensar o impensável - inventar e construir equipamentos que nos levam do microscópio ao cósmico? As nossas capacidades "sobre-humanas" devem-se aos cerca de 1,4 kg de matéria cinzenta "aconchegada" no nosso crânio.

Esta edição especial, revela a anatomia do cérebro para compreender como funciona e descobrimos o que nos torna únicos. Saiba como os cientistas estão a investigar formas de eliminar memórias e implantar  novas recordações, e descubra porque é que o poder corrompe e de que modo o cérebro de um ditador difere do seu. Entre outros temas, explore ainda a forma como a inteligência evoluiu nos animais e o que se passa afinal, ao certo, na mente dos nosso cães.

Esta publicação debruça-se também sobre alguns dos desafios mais sérios para a saúde mental: a ciência da sanidade(e insanidade), o que provoca os vícios, os últimos avanços sobre a doença de Alzheimer, como a música pode aliviar uma dor de cabeça ou a ciência do que causa a depressão.

Finalmente, descubra os gadgets que podem tornar-nos mais inteligentes, os projetos de construção de um cérebro artificial, a ciência e a tecnologia da criação de vida em laboratório, e o que a robótica e a automação representam para o nosso conceito de trabalho.

Tem aqui muito com que entreter as suas "pequenas células cinzentas"!


A revista está disponível na biblioteca.


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Valter Hugo Mãe (2)



«Uma luminosa parábola que fica a reverberar muito tempo depois.»
José Tolentino Mendonça

«As fascinantes personagens deste romance vivem num Japão que é ao mesmo tempo mitológico e íntimo,  criado pela imaginação prodigiosa e profundamente poética do autor.»
Richard Zimler

Num Japão antigo o artesão Itaro e o oleiro Saburo vivem uma vizinhança inimiga que, em avanços e recuos, lhes muda as prioridades e, sobretudo, a capacidade de se manterem boa gente.

A inimizade, contudo, é coisa pequena diante da miséria comum e do destino.
Conscientes da exuberância da natureza e da falha da sorte, o homem que faz leques e o homem que faz taças medem a sensatez e, sobretudo, os modos incondicionais de amarem suas distintas mulheres.
Valter Hugo Mãe prossegue a sua poética ímpar.

Uma humaníssima visão do mundo.


O livro está disponível na biblioteca


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Feliz Natal!

 Lorenzo Costa, Maria a Ler,  Itália, 1460-1535



A equipa da BE/CRE deseja a todo(a)s Boas Festas e boas leituras.


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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Homero

Cota: 82-3 HOM

 A Ilíada é o primeiro livro da literatura europeia e, sob certo ponto de vista, nenhum outro livro que se lhe tenha seguido conseguiu superá-lo - nem mesmo a Odisseia. Lida hoje, no séc. XXI, a Ilíada mantém inalterada a sua capacidade esmagadora de comover e perturbar.
As civilizações passam, mas a cultura sobrevive.
É neste sentido que parece apontar a mensagem deste extraordinário poema.
Ler a Ilíada é reclamarmos o lugar que por herança nos cabe no processo de transmissão da cultura ocidental: cada novo leitor acrescenta mais uma etapa, ele mesmo um novo elo.


Cota: 82-3 HOM

A Odisseia  homérica é a seguir à Bíblia, o livro que mais influência terá exercido, ao longo dos tempos, no imaginário ocidental.. Esta tradução da Odisseia veio colmatar uma lacuna evidente: a inexistência, em português atual, de uma tradução vertida do grego, em verso e com a máxima fidelidade ao original, que devolva ao leitor o prazer do texto homérico.


Traduções de Frederico Lourenço.


Frederico Lourenço



Frederico Lourenço é o vencedor do Prémio Pessoa 2016.

Ficcionista, ensaísta, poeta, tradutor, Frederico Lourenço nasceu em Lisboa, em 1963, e é atualmente professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (depois de vinte anos na Universidade de Lisboa, onde se doutorou com uma tese sobre Eurípides).

Traduziu a Ilíada e a Odisseia de Homero, bem como um volume de poesia grega, duas tragédias de Eurípides ou peças de Schiller e Arthur Schnitzler.

Este ano traduziu e publicou o primeiro volume da Bíblia Grega, Septuaginta, o primeiro volume de uma série de seis, com os quatro Evangelhos canónicos de S.Mateus, S. Marcos, S. Lucas e S.João.

No domínio da ficção é autor da trilogia Pode Um Desejo Imenso (que inclui também, além do título homónimo, os romances O Curso das Estrelas e À Beira do Mundo), bem como de A Formosa Pintura do Mundo, Amar Não Acaba e A Máquina do Arcanjo, ou do volume autobiográfico O Lugar Supraceleste.

Publicou ensaios como O Livro Aberto: Leituras da Bíblia, Grécia Revisitada, Estética da Dança Clássica ou Novos Ensaios Helénicos e Alemães, e livros de poemas como Santo Asinha e Outros Poemas e Clara Suspeita de Luz.

Entre outros, recebeu os prémios PEN Clube (2002), D. Diniz da Casa de Mateus (2003), Grande Prémio de Tradução (2003), Prémio Europa David Mourão-Ferreira (2006).



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

na BE



Matthew Brown, O Homem que Viu o Infinito, UK, 2016, [1h 49m]

Srinivasa Ramanujam (Dev Patel) é um génio autodidata de 25 anos de idade que não conseguiu entrar na universidade devido ao seu estudo quase obsessivo e solitário da matemática. Determinado a prosseguir a sua paixão, Ramanujan escreve uma carta e uma eminente professor  do Trinity College em Cambridge. O Professor Hardy (Jereny Irons), reconhece a originalidade e o génio do talento puro de Ramanujan e, apesar do ceticismo dos seus colegas, empenha-se em trazê-lo para Cambridge para que as suas teorias possam ser exploradas.

Ramanujan deixa a família e a sua jovem noiva, e cruza o mundo até Inglaterra para, sob a orientação de Hardy, trabalhar as suas teorias. Juntos, vão lutar para que o seu  trabalho seja finalmente visto e reconhecido por um meio matemático que não está preparado para os seus métodos não convencionais.

O Homem que Viu o Infinito é a improvável história verídica de um génio único, cujas inovadoras teorias o levam a sair da obscuridade, num mundo em plena guerra, e da sua luta incansável para mostrar ao mundo a genialidade da sua mente.


O filme está disponível na biblioteca


20 anos da RBE




No passado dia 14 de outubro de 2016 a Escola Secundária Leal da Câmara participou na comemoração dos 20 anos da Rede de Bibliotecas Escolares que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian mediante a realização de uma verdadeira maratona de jogos matemáticos.

Os alunos Diogo Passos, Nuno Duque e João Silva da turma P1 do 3º ano do Curso Profissional Técnico de Eletrónica e Automação de Computadores representaram a Escola na modalidade de jogos de tabuleiro tendo sido, para o efeito, orientados pelas professoras Teresa Pereira da disciplina de Matemática Aplicada às Ciências Sociais da turma e Conceição Mesquita, coordenadora do Departamento Curricular de Matemática.

Neste dia os alunos tiveram oportunidade de ser abordados por pessoas de diversas idades e formações e foram até surpreendidios por um cumprimento por parte do Senhor Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa. De todas as vezes revelaram competências científicas muito boas, para além de elevado sentido de responsabilidadee maturidade.

Nesta festa também a aluna da Escola no ano letivo 2015/2016 Mariana Carvalho participou integrando um painel bem humorado de jovens moderados por Ricardo Araújo Pereira.

Na qualidade de professora bibliotecária da Escola que acompanhou a visita dos alunos senti-me muito orgulhosa!

professora Liliana Silva